Pesquisa Revela: Uso de Smartwatches Cresce 40% em Um Ano

Introdução

Nos últimos anos, a tecnologia wearable tem se consolidado como uma tendência marcante no cotidiano das pessoas. Entre os dispositivos vestíveis mais populares, os smartwatches vêm ganhando destaque pela sua versatilidade, conectividade e pelo foco crescente em saúde e bem-estar. Muito mais do que simples relógios, esses aparelhos se transformaram em verdadeiros assistentes pessoais de pulso.

Com funcionalidades que vão desde o monitoramento de batimentos cardíacos e níveis de oxigênio no sangue até o recebimento de notificações, chamadas e integração com aplicativos, os smartwatches passaram a ocupar um espaço significativo na rotina de milhões de usuários. Essa transformação é reflexo direto do avanço tecnológico e da demanda por soluções que unam praticidade, mobilidade e saúde preventiva.

De acordo com uma recente pesquisa de mercado, o uso de smartwatches cresceu impressionantes 40% em apenas um ano. Esse dado evidencia não apenas o aumento na procura por esses dispositivos, mas também a maneira como eles vêm se tornando parte essencial da vida moderna. Neste artigo, vamos explorar os fatores que impulsionaram esse crescimento, os impactos no setor e o que esperar do futuro dos smartwatches.

Crescimento do Uso de Smartwatches

O mercado de smartwatches registrou um crescimento expressivo de 40% no uso desses dispositivos em apenas um ano, de acordo com dados recentes de institutos de pesquisa como IDC e Counterpoint Research. Esse salto representa um marco significativo para o setor de tecnologia wearable, que vem mostrando uma trajetória de expansão contínua, impulsionada pela inovação e pela crescente aceitação dos consumidores.

Diversos fatores contribuíram para esse crescimento acelerado. Em primeiro lugar, os smartwatches evoluíram consideravelmente em termos de funcionalidades. Modelos mais recentes oferecem monitoramento avançado de saúde, como ECG (eletrocardiograma), detecção de estresse, qualidade do sono e até mesmo alertas de quedas — funcionalidades que antes eram exclusivas de dispositivos médicos mais complexos. Além disso, a integração com assistentes de voz, como a Siri, Google Assistant e Alexa, trouxe ainda mais praticidade ao uso diário.

O design também passou por melhorias significativas. Os fabricantes vêm investindo em modelos mais elegantes, com diferentes opções de pulseiras e mostradores, atendendo tanto o público esportivo quanto o corporativo. Essa diversidade de estilos atrai um público mais amplo e torna o smartwatch um acessório versátil e desejado.

Outro ponto fundamental para a popularização dos smartwatches é a queda nos preços. Com mais concorrência no mercado e a entrada de marcas acessíveis, como Xiaomi e Amazfit, o consumidor passou a ter acesso a modelos com boas funcionalidades por preços mais competitivos. Isso ajudou a expandir o público para além dos entusiastas de tecnologia, alcançando também quem busca uma opção prática para acompanhar a saúde e o desempenho físico.

Comparado a anos anteriores, o crescimento de 40% representa uma aceleração notável. Em 2022, por exemplo, o mercado teve um crescimento estimado de 10 a 15%, evidenciando que o último ano foi um ponto de virada importante. Esse movimento acompanha tendências globais como o aumento da conscientização sobre saúde preventiva, a digitalização do estilo de vida e o fortalecimento do ecossistema de dispositivos conectados. A expectativa é que essa curva continue subindo, com mais inovações e integração com outras tecnologias no horizonte.

Fatores Impulsores do Crescimento

O aumento expressivo no uso de smartwatches é resultado de uma combinação estratégica de avanços tecnológicos, mudanças no comportamento do consumidor e transformações no estilo de vida moderno. Diversos fatores impulsionaram esse crescimento nos últimos anos, tornando os smartwatches cada vez mais presentes no dia a dia das pessoas.

Um dos principais motores dessa expansão é a evolução das funcionalidades oferecidas pelos dispositivos. Os modelos mais recentes deixaram de ser apenas acessórios conectados ao celular e passaram a incorporar recursos avançados de monitoramento de saúde, como frequência cardíaca em tempo real, níveis de oxigênio no sangue (SpO₂), monitoramento de estresse, qualidade do sono, contagem de passos e até detecção precoce de possíveis irregularidades cardíacas, como fibrilação atrial. Isso atrai não só entusiastas de tecnologia, mas também pessoas preocupadas com o bem-estar e a saúde preventiva.

Além disso, a conectividade aprimorada tem sido um diferencial importante. Hoje, os smartwatches permitem responder mensagens, atender chamadas, controlar músicas e até realizar pagamentos por aproximação. A personalização também ganhou destaque, com interfaces ajustáveis, troca de pulseiras e mostradores customizáveis, permitindo que o usuário adapte o dispositivo ao seu estilo e necessidades.

Outro fator relevante é a integração com outras tecnologias, especialmente com smartphones e assistentes virtuais como Google Assistant, Siri e Alexa. Essa sinergia cria uma experiência fluida e inteligente, onde o smartwatch atua como uma extensão natural de outros dispositivos, centralizando informações e comandos de forma prática e rápida.

As tendências de saúde e fitness também desempenham um papel crucial. Com o aumento do interesse por qualidade de vida, alimentação saudável e exercícios físicos, os smartwatches se tornaram aliados indispensáveis para monitorar treinos, controlar metas diárias e acompanhar a evolução do condicionamento físico. Para muitos usuários, eles são um verdadeiro personal trainer de pulso.

Por fim, a popularização do trabalho remoto, intensificada pela pandemia, fez com que as pessoas buscassem maneiras de manter o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Nesse contexto, os smartwatches se destacaram por oferecerem recursos que ajudam a lembrar de pausas, manter a postura, acompanhar o nível de atividade física ao longo do dia e até mesmo reduzir o estresse com técnicas de respiração guiada.

Esses fatores, juntos, mostram que o sucesso dos smartwatches vai muito além da estética: trata-se de uma tecnologia em sintonia com as necessidades e hábitos da sociedade atual.

Segmentos de Mercado em Alta

O crescimento no uso de smartwatches não se limita apenas ao avanço da tecnologia — ele também reflete a diversidade de perfis de consumidores que vêm adotando esses dispositivos em suas rotinas. À medida que os smartwatches se tornam mais acessíveis, funcionais e estilizados, eles ganham espaço em diferentes nichos de mercado, atendendo a necessidades específicas de públicos variados.

Entre os principais consumidores, os jovens lideram em adoção. Acostumados à conectividade constante e atraídos pela possibilidade de personalização, esse público busca smartwatches que integrem funções de redes sociais, notificações, apps de música e rastreamento de atividades físicas. As marcas que mais fazem sucesso com esse segmento incluem Apple (Apple Watch SE/Series 9), Samsung (Galaxy Watch series) e Xiaomi, conhecida por seus modelos acessíveis com boa performance.

No segmento dos profissionais, especialmente aqueles em ambientes corporativos ou que atuam remotamente, os smartwatches se tornaram ferramentas práticas para gerenciar notificações, reuniões, lembretes e chamadas, sem precisar tirar o celular do bolso a todo momento. Recursos como agenda sincronizada, comandos por voz e integração com plataformas de produtividade são diferenciais valorizados por esse público. Marcas como Apple, Samsung e Huawei se destacam nesse perfil por oferecerem compatibilidade com ecossistemas amplos e performance de alto nível.

Já o público idoso representa um grupo em crescente expansão dentro do mercado de smartwatches. A busca por monitoramento contínuo da saúde, alertas de emergência, detecção de quedas e controle de medicamentos tem tornado esses dispositivos importantes aliados para o cuidado com o bem-estar. Modelos mais simples, com interface intuitiva e foco em saúde, como os da Amazfit e alguns relógios específicos da Garmin e Fitbit, têm atraído esse público.

Em termos de mercados específicos, os smartwatches ocupam um papel relevante em quatro áreas principais:

  • Fitness: rastreamento de passos, calorias, frequência cardíaca, GPS e modos de treino são recursos indispensáveis para praticantes de atividades físicas. Marcas como Garmin, Suunto e Apple dominam esse nicho.
  • Saúde: com sensores cada vez mais precisos, os smartwatches estão se tornando aliados da medicina preventiva. Funções como monitoramento de sono, SpO₂, ECG e alertas de saúde tornaram-se comuns em modelos mais avançados.
  • Produtividade: integração com calendários, aplicativos de mensagens e plataformas de trabalho remoto faz dos smartwatches uma extensão útil do smartphone para profissionais em movimento.
  • Moda e estilo: com pulseiras intercambiáveis, mostradores personalizáveis e designs variados, os smartwatches passaram a ser também acessórios de moda. Marcas como Fossil e Michael Kors investem em modelos que aliam estética e funcionalidade.

Esse leque de aplicações mostra que os smartwatches deixaram de ser um item de nicho para se tornarem dispositivos versáteis, moldados para diferentes estilos de vida. Seja para acompanhar um treino, otimizar o dia de trabalho ou cuidar da saúde, há sempre um modelo e um recurso voltado para cada tipo de usuário.

Impacto no Setor de Tecnologia

O crescimento acelerado do mercado de smartwatches não só transformou a maneira como as pessoas interagem com a tecnologia no dia a dia, como também gerou um efeito dominó em diversos outros setores da indústria tecnológica. A popularização desses dispositivos incentivou inovações, impulsionou a concorrência e redefiniu as prioridades de desenvolvimento para muitas empresas do ramo.

Um dos principais impactos está na integração entre hardware e software. Com a crescente demanda por smartwatches mais inteligentes e funcionais, as empresas precisaram desenvolver sistemas operacionais otimizados, sensores mais precisos e baterias com maior autonomia, além de interfaces intuitivas e responsivas. Isso levou a melhorias significativas em tecnologias como Bluetooth, NFC, sensores biométricos e inteligência artificial embarcada.

O setor de saúde digital também foi fortemente impulsionado. O avanço nos recursos de monitoramento de saúde dos smartwatches levou empresas de tecnologia a se aproximarem cada vez mais do setor médico, desenvolvendo parcerias com profissionais e instituições para garantir a precisão dos dados coletados, além de explorar possibilidades como detecção precoce de condições cardíacas e acompanhamento de doenças crônicas.

A competição acirrada entre as grandes marcas também teve papel fundamental nesse processo. Apple, Samsung, Garmin, Huawei e Fitbit estão em uma corrida constante para entregar o melhor produto — cada uma focando em características distintas:

  • A Apple, por exemplo, aposta na integração total com o ecossistema iOS, design sofisticado e foco em saúde.
  • A Samsung oferece versatilidade com seu sistema Wear OS, além de modelos com excelente relação custo-benefício.
  • Já a Garmin foca em desempenho para esportes e atividades ao ar livre, entregando precisão e resistência.

Essa competição não só beneficia os consumidores com mais opções e preços competitivos, mas também estimula avanços tecnológicos em áreas como miniaturização de componentes, algoritmos de aprendizado de máquina para análise de saúde e novas formas de interação, como comandos por gestos e sensores táteis.

Além disso, o sucesso dos smartwatches está influenciando o desenvolvimento de outros dispositivos wearables, como anéis inteligentes, óculos com realidade aumentada e roupas conectadas. O setor de tecnologia está cada vez mais focado em oferecer experiências contínuas e integradas, onde o smartwatch atua como uma central de informações em tempo real, conectando dispositivos, dados e usuários de maneira fluida.

Desafios e Oportunidades

Apesar do crescimento impressionante do mercado de smartwatches, a indústria ainda enfrenta desafios consideráveis que precisam ser superados para garantir uma evolução sustentável e manter a confiança dos consumidores. Ao mesmo tempo, há uma série de oportunidades que abrem caminhos promissores para inovação e expansão nos próximos anos.

Um dos principais desafios está relacionado à privacidade e segurança dos dados. Como os smartwatches coletam informações sensíveis — como dados de saúde, localização e hábitos diários — a proteção desses dados se torna fundamental. Falhas na segurança podem comprometer a privacidade dos usuários e até mesmo levar a problemas legais para as empresas. Por isso, é cada vez mais necessário investir em criptografia, autenticação multifator e transparência no uso das informações.

Outro ponto crítico é a durabilidade das baterias. Embora as funções dos smartwatches evoluam rapidamente, a autonomia da bateria ainda é uma limitação em muitos modelos, especialmente os mais avançados. Dispositivos com muitos sensores ativos e telas de alta resolução costumam precisar de recarga diária, o que pode ser um empecilho para usuários que buscam praticidade. Esse desafio estimula pesquisas em novas tecnologias de baterias e otimização de consumo de energia.

A compatibilidade entre plataformas também continua sendo um entrave. Nem todos os smartwatches funcionam perfeitamente em todos os sistemas operacionais, o que pode limitar o acesso a determinadas funcionalidades. A falta de padronização entre fabricantes cria barreiras para uma experiência realmente fluida entre dispositivos.

Por outro lado, o setor apresenta oportunidades empolgantes para o futuro. Uma das mais promissoras é a integração com sistemas de saúde e medicina personalizada. Com sensores cada vez mais precisos, os smartwatches têm potencial para atuar na detecção precoce de doenças, acompanhamento de pacientes à distância e até envio automático de alertas para profissionais de saúde em casos críticos.

Além disso, há espaço para o desenvolvimento de novos recursos, como monitoramento de glicose sem agulhas, análise da hidratação corporal, reconhecimento de emoções e até mesmo funcionalidades baseadas em inteligência artificial para interpretar padrões de comportamento e oferecer recomendações personalizadas.

Também se destacam as oportunidades no mercado corporativo e educacional, onde os smartwatches podem ser utilizados para controle de presença, produtividade e aprendizado interativo. No mundo fitness, o uso de realidade aumentada e feedback em tempo real durante atividades físicas é uma tendência que promete transformar a experiência dos usuários.

Por fim, o avanço no design sustentável e na reciclabilidade dos dispositivos surge como uma oportunidade estratégica, alinhada à crescente demanda por produtos ecológicos. Empresas que conseguirem unir inovação tecnológica e responsabilidade ambiental terão vantagem competitiva no longo prazo.

Superando os obstáculos e explorando essas oportunidades, os smartwatches têm tudo para se consolidar como uma tecnologia essencial na vida moderna, ampliando ainda mais seu impacto na saúde, na produtividade e na forma como interagimos com o mundo digital.

Previsões para o Futuro

O mercado de smartwatches está em plena ascensão e tudo indica que essa trajetória continuará nos próximos anos. Com a evolução acelerada da tecnologia e a crescente demanda por dispositivos inteligentes e conectados, as expectativas para o futuro são animadoras — tanto em termos de inovação quanto de adoção em massa por novos perfis de usuários.

Para o próximo ano, especialistas apontam um aumento ainda maior na adoção de smartwatches, com destaque para modelos de entrada com melhor custo-benefício e dispositivos com foco em saúde preventiva. A popularização de funcionalidades como ECG, medição contínua de oxigênio no sangue (SpO₂), sensor de temperatura da pele e rastreamento de estresse tende a se expandir para mais modelos e faixas de preço, tornando essas tecnologias acessíveis a um público mais amplo.

Nos próximos cinco anos, a expectativa é de uma verdadeira revolução no design e nas capacidades dos smartwatches. Entre as tendências mais promissoras, destacam-se:

  • Monitoramento de saúde mais avançado e não invasivo — como a medição de glicose sem agulhas, rastreamento da hidratação e detecção precoce de doenças por meio de algoritmos de inteligência artificial.
  • Aprimoramento na duração da bateria, com novas tecnologias como baterias de estado sólido e sistemas de carregamento solar ou cinético, que permitirão uso prolongado com menor necessidade de recarga.
  • Integração com realidade aumentada (RA) e realidade estendida (XR), transformando os relógios em centros de controle para experiências imersivas.
  • Maior personalização por meio de IA, com interfaces que aprendem os hábitos e rotinas do usuário, oferecendo sugestões e automações baseadas em comportamento.
  • Sustentabilidade como diferencial competitivo, com foco em materiais recicláveis, produção responsável e maior durabilidade dos dispositivos.

Essas inovações serão impulsionadas também por mudanças nas preferências do consumidor. A busca por dispositivos mais funcionais, esteticamente agradáveis e que contribuam com a saúde e o bem-estar continuará moldando os lançamentos. A integração entre diferentes dispositivos e plataformas será essencial — os consumidores exigirão uma experiência conectada e fluida entre smartwatch, smartphone, fones de ouvido, carro e até eletrodomésticos.

Outro fator de transformação será o avanço das redes 5G e 6G, que permitirá uma comunicação ainda mais rápida e eficiente entre dispositivos, abrindo portas para funcionalidades em tempo real com menor consumo de energia.

Em resumo, o futuro dos smartwatches vai muito além do que vemos hoje. Eles devem evoluir de dispositivos auxiliares para se tornarem plataformas centrais de monitoramento da saúde, produtividade e estilo de vida, redefinindo a relação entre tecnologia e corpo humano. Com a combinação certa entre inovação, acessibilidade e segurança, os smartwatches têm tudo para se tornarem ainda mais indispensáveis na vida moderna.

Conclusão

O crescimento expressivo no uso de smartwatches — com um aumento de 40% em apenas um ano — demonstra claramente a força e o potencial desse mercado em constante evolução. Ao longo deste artigo, vimos como esses dispositivos vêm conquistando cada vez mais espaço na rotina dos consumidores, seja pelo avanço tecnológico, pela variedade de funcionalidades ou pela integração com outros elementos do ecossistema digital.

Exploramos os fatores que impulsionam esse crescimento, como a melhoria nas funções de saúde e conectividade, a popularização entre diferentes públicos — jovens, profissionais e idosos — e o papel dos smartwatches em setores como fitness, saúde, produtividade e até moda. Também discutimos o impacto no setor de tecnologia como um todo, os desafios que ainda precisam ser enfrentados (como privacidade de dados e duração da bateria), e as grandes oportunidades de inovação nos próximos anos.

Olhando para o futuro, fica evidente que os smartwatches continuarão a evoluir — tornando-se não apenas acessórios inteligentes, mas verdadeiros aliados no cuidado com a saúde, na otimização do tempo e na personalização da vida digital. Tecnologias emergentes, como IA, sensores biométricos mais avançados e integração com novas plataformas, prometem transformar ainda mais a experiência do usuário.

Diante disso, cabe ao consumidor acompanhar essas inovações de forma consciente. Mais do que buscar o modelo mais recente, é importante entender quais funcionalidades realmente agregam valor ao dia a dia, respeitando necessidades pessoais, estilo de vida e prioridades. Ao fazer escolhas informadas e refletir sobre o impacto da tecnologia no bem-estar, os usuários não apenas se beneficiam dos avanços — mas também participam ativamente da construção de um futuro mais conectado, saudável e eficiente.

Fontes e Referências

Abaixo estão as principais fontes utilizadas para embasar as informações apresentadas neste artigo. Todas são provenientes de instituições reconhecidas ou especialistas do setor, garantindo a confiabilidade dos dados e análises:

  • Fonte 1: Counterpoint Research. “Global Smartwatch Model Tracker”, relatório publicado em janeiro de 2025, que aponta o crescimento de 40% no uso de smartwatches no último ano.
  • Fonte 2: IDC (International Data Corporation). “Worldwide Quarterly Wearable Device Tracker – Q4 2024”. Documento que traz estatísticas detalhadas sobre o mercado global de dispositivos vestíveis, incluindo participação por marca e volume de vendas.
  • Fonte 3: TechCrunch – Autor: Brian Heater. “Smartwatches in 2024: Where Functionality Meets Health”, publicado em setembro de 2024. Análise sobre as tendências emergentes no setor, como IA embarcada e sensores de saúde mais precisos.
  • Fonte 4: Statista. “Global Smartwatch Sales Revenue from 2019 to 2024”. Base de dados atualizada com números globais de vendas, faturamento e crescimento por região e marca.
  • Fonte 5: Entrevista com Carla Menezes, especialista em tecnologia vestível e pesquisadora na Fundação CPqD. Entrevista concedida à revista Exame Tech em dezembro de 2024, abordando o papel dos smartwatches na transformação digital da saúde.

Essas fontes fornecem uma visão abrangente sobre o cenário atual e as projeções para o futuro dos smartwatches, consolidando a credibilidade das informações discutidas ao longo deste conteúdo.